quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Alicidades II


Um personagem e uma cidade.
A realização da segunda pesquisa/performance "Alicidades" aconteceu em Ouro Preto. Algumas idéias permearam nossa (des)construção do Coelho:

- homem contemporâneo
- pressa
- tempo é dinheiro
- pulsão de eros
- desejo

Iniciamos com as seguintes perguntas/provocações: "Que horas são? É tempo de que?" "Quer café, chá, ou leite imaginário? Nessa garrafa pode ter o que voce quiser!"


Ator: Henrique Dutra
Fotos: Henrique Manara














quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Alicidades



Alicidades é uma pesquisa/performance que Leny, Lis e eu estamos desenvolvendo. Partindo dos textos "Alice No Pais Das Maravilhas" e "Alice Através do Espelho", de Lewis Carroll, tentamos levar o universo fantasioso e onírico de Alice para as ruas da cidade de Campinas. Figurino improvisado, pequenos objetos como flores de papel, relógio e outros que de alguma forma dialogam com a proposta foram pras ruas também.
Que relação a cidade possui com a obra de Carroll? Que leitura/impressão as pessoas tem ao se depararem com a figura de "Alice" na rua?
Selecionamos algumas perguntas/provocações como estimulo criador e como forma de abordagem com as pessoas. "Quem é voce?" "Qual o seu mundo?" "Quer ser coroado"?


Atriz: Lis Nasser
Fotos: Henrique Dutra















domingo, 10 de outubro de 2010

Pesquisa: Indústria Cultural













Hitler foi um dos pioneiros no processo de manipulação das massas através das midias. Através do monopólio do rádio e do cinema, conseguiu instaurar o regime totalitário na Alemanha.




Adorno e Horkheimer criaram o conceito de "Industria Cultural" em 1947 no livro "Dialética do Esclarecimento". No pós 2º Guerra, ambos fugiram da Alemanha Nazista (onde Hitler detinha o monopólio dos meios de comunicação) e foram para os EUA, onde o processo de industrialização cultural partia não do Estado (como é o caso da Alemanha), mas sim das empresas, industrias e comércios.








domingo, 13 de junho de 2010

Auto Retrato em Ouro Preto

Desenho com caneta piloto 0.4

sexta-feira, 4 de junho de 2010

I love photoshop!

Não, eu não gosto de expressões em inglês. Acho cafona por exemplo, aquelas frases que as pessoas colocam no msn. Abro uma exceção por que posto abaixo alguns trabalhos que fiz usando os programas photoshop e corel, claro que todos em ingles (e claro que todos craqueados.)
O primeiro, colorido, é a arte do projeto que produzo, o Arte Itinerante, feito todo no photoshop CS 4.
Os outros três abaixo, foram as primeiras aventuras nesse universo, quando fui estudar cinema na Argentina, e me matriculei na disciplina de "Fotografia e Artes Digitais". Essas imagens também estão no blog nomiremiblog.blogspot.com, acompanha um texto que explica um pouco do processo. As imagens foram feitas com o photoshop CS2 e uma ou outra coisa no Corel.





segunda-feira, 31 de maio de 2010

Purtan Kohan - Fragmentos de Antonin Artaud




Ontem a noite fiquei muito feliz. Estava como o filho prodigo, em retorno a casa de meus pais em Sumaré-SP, quando o Manara me avisa pelo Orkut que o Purtan Kohan havia ganhado o Mosquete: a mostra de esquetes da Semana de Artes da UFOP.
Os ultimos meses imerso nesse processo foram muito significantes e questionadores. Quando a Dani me convidou para atuar para ela, e mais tarde a Lis, nos debruçamos sobre a vida e obra de Artaud, sem saber de fato o que iriamos fazer. Elejemos trabalhar com "Van Gogh - O Suicidado da Sociedade" e "O Teatro e a Peste". A os poucos, esses textos foram sendo incorporados a nossa pele, a nossa mente e a nossa vida por fim.

Nessa fase em que me preparo para deixar a acadêmia e me formar, as noites adentro nunca foram tão longas enquanto escrevo meu portfolio/tcc. Nunca pensei e repensei tanto os meus valores enquanto artista e educador. Que bom compartilhar esse processo, essas inquietações com outros. Que bom identificar-me com Artaud, Van Gogh, Dani, Lis, Saulo, Elias, Mari... e tantos outros que acreditam numa arte autônoma, não alienante, resistente a mercantilização da arte e da industria cultural.
Numa arte que forme.
Que comunique.
Que critique.
Que é engajada.
Que nos tira do lugam comum.


"Absorveu a natureza, por que, por assim dizer a retranspirou e a fez sua. Por que a fez jorrar em feixes, em girândolas monumentais de cores, assustadora pressão alimentar de apóstrofes, estrias, virgulas... Das quais não se pode dizer que os aspectos naturais não sejam fatos. É a verdade tórrida de um sol de duas tardes. " A.A.







Ficha Técnica:
Direção: Daniela Moreno
Atuação: Henrique Dutra e Lis Nasser
Musica Cênica: Elias Mendes e Saulo Campos
Iluminação: Mariana Zippinotti
Figurino, Cenário e Produção: O Grupo
Fotos: Ronald Peret e Nayara Gerin

sexta-feira, 26 de março de 2010

Iniciação Teatral


A foto acima é da oficina de “Iniciação Teatral”, que Lis e eu desenvolvemos para o Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana 2009.
Apresentamos para os alunos o teatro através de experimentações diversas: desenvolvendo atividades de expressão corporal, vocal, praticas de musicalização, jogos teatrais e dramáticos. Tudo que pudesse permitir ao aluno conhecer as possibilidades de seu corpo, do trabalho coletivo e se sensibilizaram para o trabalho do ator.
O contato com teatro tem a capacidade de desenvolver as capacidades cognitivas, físicas e artísticas do ser humano. Através de sua realização, o individuo entra em contato com as suas potencialidades e desenvolve sua capacidade relacional, visto o caráter coletivo do Teatro.

"A experiência teatral, como a brincadeira, é uma experiência grupal que permite a alunos com capacidades diferentes expressarem-se simultaneamente enquanto desenvolvem habilidades e criatividades individuais."
Viola Spolin